10 de out de 2012

Produção de Roteiro: primeiros conceitos

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Após nossa primeira aula sobre produção de roteiros e sua estrutura básica, nossa professora nos passou um exercício onde deveríamos desenvolver uma Pithc line, Story line e o Argumento de uma estória original. Tais elementos são os "cabeçalhos" de um roteiro, o ponta pé inicial onde o roteirista faz uma breve apresentação do enredo da estória.

Após criarmos nossos roteiros e preparar o para ser entregue, a professora nos surpreendeu e pediu alguns alunos que lessem os lessem em voz alta. Tivemos excelentes resultados, mostrando que galera ficou empolgada com o exercício, e agora resta saber se teremos a oportunidade continuar desenvolvendo nossos enredos. A seguir a estória que eu e minha dupla criamos.


CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE

Publicidade e Propaganda – Noite / 4º período
Nomes: Milene Ariane Guimarães
Thamiris Lima do Carmo

Ideia: Conflito histórico-social

Pitch line:
Jovem prometida à vida religiosa se casa

Story Line:
Uma jovem prometida à vida religiosa desde a infância é obrigada a se casar devido a um pacto pós-guerra feito pelo falecido pai. Após o casamento, seu marido, um duque cruel e controlador, começa a mudar seu modo de agir influenciado pela inocência e extrema bondade da moça trazendo paz aquela terra. O povo atribui todas as graças a jovem duquesa que um dia fora prometida a Deus, e esta fica conhecida nas canções do tempo como a Duquesa Divina.
                                                  
Argumento:
Durante a guerra por poder, com a dominação de seu condado o Conde Renascença viu-se obrigado a rendição. Para mostrar obediência e criar alianças com seu novo suserano, prometeu-lhe na época a mão de uma filha quando esta completasse a idade certa.
Dez anos mais tarde, o conde morre deixando 3 filhos, um rapaz que se torna o novo conde e duas jovens, a mais nova prometida pela mãe desde o bebe à vida religiosa. O duque, como de costume, vai prestar homenagem ao falecido e usa a ocasião para finalmente tomar as promessas do antigo tratado.
Para desgosto do jovem conde e do povo, o duque não toma a mão da filha mais velha como o esperado, mas como um autêntico blasfemador da boa fé, fez-se saber que sua escolhida seria a garota nascida para ser santa.
Não podendo quebrar o tratado feito pelo pai, que nas palavras do duque “ingenuamente nunca especificou qual filha seria a noiva”, o jovem conde entrega a irmã em matrimônio a contragosto e quebrando a promessa da mãe.


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